MANDAR OU NÃO SEU FILHO PARA O EXTERIOR?

As possibilidades de estudos no exterior vêm aumentando a cada dia para os estudantes brasileiros. Os pais, preocupados com esta questão, articulam também estas possibilidades. O intercâmbio confere um leque de vantagens que compreende a qualidade de ensino em outros países e o aprendizado de novos idiomas.

INTERCAMBIO

Mesmo variando o período de estudos, ter um idioma fluente e trocar experiências culturais acrescenta muito em um currículo.

Quem está com o orçamento contado também tem a possibilidade de trabalhar e estudar no país desejado. Os consulados oferecem bolsas de estudo (parciais ou integrais) de ensino superior, para quem tem ascendência estrangeira. Não existe uma idade recomendada para se estudar no exterior. Crianças a partir de 10 anos já estão fazendo intercâmbio, porém a permanência em outros países para esta faixa etária é de no máximo 1 mês – as crianças são hospedadas em casas de famílias ou em alojamento próprio, tendo aulas do idioma local diariamente.

O ponto principal para tomar uma decisão tão importante (do ponto de vista do desenvolvimento cultural e profissional) é se a criança está realmente disposta a participar desta vivência internacional e a tolerância dela sobre a ausência dos pais. Precauções devem ser tomadas, como por exemplo, analisar a integridade da agência de intercâmbios; a família que acolherá seu filho ou o alojamento em que ele se encontrará; toda a documentação exigida; os critérios que devem ser obedecidos para a viagem e o início do ano letivo.

Acima de tudo, a experiência do intercâmbio favorece o desenvolvimento do estudante. A maturidade adquirida se torna evidente através da vivência com outras manifestações culturais e comportamentais, sem falar no acréscimo profissional no currículo – acréscimo de quem soube lidar com as dificuldades de viver longe de seus pais e adquiriu autonomia através do grande desafio de morar fora do país.

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