HIPERÊMESE GRAVÍDICA – VÔMITOS NA GRAVIDEZ – DOENÇA DA KATE MIDDLETON

VÔMITOS NA GRAVIDEZ – A Hiperêmese Gravídica tem sido amplamente discutida na atualidade na mídia, por conta da princesa Kate Middleton ter passado sofrido com o problema no início de sua gravidez. A doença, que atinge cerca de 5% a 10% das mulheres grávidas e que aparece nas primeiras semanas da gestação, tem como principais sintomas são vomitar diversas vezes ao dia, principalmente quando se consome qualquer tipo de alimento ou bebida; emagrecimento desregulado no período da gestação e desidratação.

HIPEREMESE GRAVIDICA

Outra forma para descobrir se está com a Hiperêmese Gravídica é quando nenhum medicamente anti-emético resolve o problema de náusea e dos vômitos. Mas você pode estar se perguntado: os enjoos não são comuns em toda gestação? A resposta é sim, porém há uma grande diferença entre a Emese Grávidica, casos comuns de enjoo durante a gravidez e a Hiperêmese.

Segundo especialistas a Emese Gravídica são os sintomas comuns que ocorrem nas primeiras semanas de gravidez, como enjoos, náuseas e vômitos. De acordo com eles, a Emese Gravídica atinge 60% das mulheres durante a gravidez. Já nos casos de Hiperêmese Gravídica, os sintomas considerados comuns na Emese são agravados e potencializados. De modo que os vômitos e náuseas se tornam constantes, a ponto de colocar a vida da mãe e do bebê em risco.

De acordo com estudos, apenas 0,5% a 2% das mulheres grávidas que apresentam a Hiperêmese Gravídica, que podem desenvolver sintomas mais graves, que possam levar ao aborto do bebê. Até hoje, não há nenhuma causa genética que indique o porquê do aparecimento da doença.

As mulheres que apresentarem os sintomas devem procurar seus médicos para inciar logo o tratamento, para não ter nenhum problema mais grave durante a gravidez. Além de remédios específicos para esse a Hiperêmese, como ondansetrona, dimenidrinato, cloridrato de meclizina e metoclopramida, as pacientes que procurarem tratamento também precisaram de repouso absoluto, hidratação abundante, além da ingestão correta de glicose, vitaminas e ferro.

Em casos mais graves, a internação por conta da doença, pode durar de 5 a 10 dias. Através da análise dos casos, contatou-se que é comum que a partir da 12ª semana de gestação haja diminuição ou desaparecimento da doença.

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