LAQUEADURA, FAZER OU NÃO FAZER?

LAQUEADURA, FAZER OU NÃO FAZER? – A laqueadura é permitida a partir dos vinte e cinco anos nos casos gerais, ou concedida a mulheres de qualquer idade que possuem mais de dois filhos e que desejem o procedimento. Ao perceber que a família está completa, seja com quatro ou cinco filhos, a mulher pode através de documento escrito, solicitar a laqueadura no sistema único de saúde ou no sistema privado. O procedimento se inicia com consultas psicológicas e a assistentes sociais para que a certeza do procedimento venha à tona e seja concedido o procedimento.

LAQUEADURA, FAZER OU NÃO FAZER?

A laqueadura

A eficácia da laqueadura causa um risco de gravidez menor que um por cento, sendo até investigado o motivo pelo qual a gravidez foi concebida após a cirurgia, ponderando o tempo de gestação após a cirurgia, o método utilizado para a laqueadura e tantos outros.

Reverter este processo é um procedimento mais caótico, que pode não haver garantia, sendo a mulher ciente disto no momento em que decide pela laqueadura, e aguardando pelo menos dois meses após passar pelo conselho ético para liberação da operação, na condição que a mulher venha a mudar de idéia com relação ao procedimento.

Esta cirurgia dificilmente é feita após o parto, somente em casos excepcionais, caso a paciente tenha sofrido uma quantidade grande de cesáreas, pois o tecido do útero fica fino, sendo talvez incapaz de suportar uma nova cirurgia invasiva. É necessário que o esposo autorize a operação, pois este ainda pode querer mais filhos, além da autorização do medico e do conselho ético de assistente social e psicólogo.

Nas técnicas podem ser queimados as trompas, cortadas, aplicadas anéis ou clipes de pressão ou sutura, de modo que em sua maioria o procedimento pode ser reversível, mas não há garantias para que isso ocorra. Há ainda os riscos de algum erro na operação, uma trompa com nó muito forte pode diminuir a circulação, causando complicações no ovário e prejudicando suas funções futuras.

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